Para o Xacobe, na casa comum da vida.
A água irrompe no nosso centro, traz um
Tempo inteiro para nos levar, inermes, até
O imenso trabalho de despertarmos, outros.
Uma chamada acontece nos ossos lácteos
Da ingravidez: armados de vozes brancas
Penetramos na memória para ocupar as
Ilhas subtilmente desnudas trás os olhos.
Nossa é esta imutável pertença ao ciclo
Das mãos entrelaçando o corpo do mistério,
Na hábil doação dos sentidos a seu destino.
Dezembro de 2009.
miércoles, 17 de febrero de 2010
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