Para Xacobe, Inma e Violeta, em sua casa fascinante.
Palpita a casa mentres criais sonhos candentes:
contém os percursos no infinito em sua estância,
as vértebras do futuro abertas para acolher-vos,
moradores de um pulmão solar, no fluxo certo
do vosso amor como lava nas artérias da vida.
Habitais na fábrica do tempo, onde se trabalha
a germinação de cada poro da realidade em luz
de outra noite, devastado o medo pola beleza.
Acompanhais aqui a perpétua transformação do
presente em casa a brilhar nos olhos de Violeta.
Fevereiro de 2010.
miércoles, 17 de febrero de 2010
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