martes, 6 de abril de 2010

Contemplação da matéria gravitante...


Contemplação da matéria gravitante, azul
vertigem que tudo leva a seu brilhante fogo:
multiplica-se a fascinação exercida para os
olhos atingidos na fulgurante vida realizada.
O corpo muda de cores até chegar à precisa
desnudez entregue à palpitação de uma rosa,
a abrir na cabeça uma muda transformação
expandida na selvagem beleza das nuvens.
Sonhamos na limitação transcendida, como
lugar único para virmos abrir a líquida ferida
mortal para a oxidação da beleza, luz aberta.

Abril de 2010.

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